Qual a importância dos jogos didáticos?

Por Cristiele Souza, Vanessa Westerich e Isabela Andrade, professoras do Colégio Unilavras

 

Através do brincar a criança aprende, experimenta o mundo, possibilidades, relações sociais, elabora sua autonomia de ação e organiza emoções. É pensando em toda a criatividade presente no mundo infantil e no desenvolvimento das crianças que hoje vamos falar sobre a importância dos jogos didáticos. O ato de brincar é fundamental durante toda a infância. Assim, a brincadeira vai muito além de um passatempo. Ela tem influência e contribui para o desenvolvimento de diversos aspectos.

 

São ferramentas muito importantes

Eles favorecem o aprendizado e o processo de socialização, mobilizam esquemas mentais, estimulam o pensamento, a ordenação de tempo e de espaço. Eles também garantem a aquisição de condutas cognitivas e o desenvolvimento de habilidades como coordenação, destreza, rapidez, força e concentração.

O desenvolvimento cognitivo é mais natural quando o pequeno aprende e se diverte ao mesmo tempo! Sendo assim, a importância dos jogos didáticos vai além do que podemos imaginar.

Esses tipos de brinquedos permitem com que a criança estimule seu desenvolvimento mental, cognitivo e social. Geralmente são brinquedos que podem ser executados a dois ou em grupo, ensinando o respeito ao próximo, a colaboração e a respeitar as regras do jogo.

A proposta é envolver, interagir, movimentar e ser feliz!!!

Confira alguns exemplos:
Quebra-cabeça, jogo da memória, jogo de cores, jogo com números, jogo com letras, jogo com formas geométricas, jogo das emoções.

Contemplando a Base Nacional Comum Curricular:
“Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais”.

Os jogos didáticos são utilizados com o intuito de reforçar o aprendizado, por isso são muito comuns nas escolas. O que não impede que os pais também queiram fazer parte dessa experiência e pratiquem essas brincadeiras em casa com seus filhos.